“Não sei como vim para aqui, não acostumei e talvez, não haja meios e tempo hábil para sair. Estou hoje com 104 anos e ainda faço qualquer serviço. Aparento um “velho” de 60 anos, se é que isso caracterize velhice. O meu problema é que nada nesse mundo se compara às coisas do mundo no qual nasci: aqui nada evolui.”
Uma das primeiras coisas erradas nesse planeta vem do berço – grades – imagens que ficam impregnadas no subconsciente como elementos de proteção, mas se antepõe à liberdade do ser até o fim da sua vida. Mesmo considerados inteligentes, os humanos gastam mais com segurança própria e familiar que o governo para equipar um contingente policial, pois para se estar realmente seguro, o pagador de impostos deverá estar protegido por barras e cadeados em sua própria casa (prisão albergue). Em meu planeta, aquele que representa perigo para os demais, vira elemento de estudo. Se o caso for um defeito irreversível no cérebro, automaticamente, especialistas tentarão identifica-lo; se foi causado por acidente, o elemento será um doador de órgãos e, se o caso for de ordem genética, o mesmo será totalmente eliminado. Entretanto, (como acontece aqui, com mais freqüência quando um elemento é detido por engano) nesse caso, o suspeito é congelado no KRIO-21 até que o seu caso seja elucidado. Isso não elimina a sua vida e mantém a criatura num estado de não-envelhecimento. De onde vim não se isolam pessoas com grades.
Aqui, um criminoso comprovado, que mata, rouba, estupra, etc., vai para cadeia, com assistência nutricional, psicológica, judicial e ainda tem direito a encontros conjugais. Fica protegido por uma força armada e conta com o apoio “dos direitos humanos”. Ora, para quem não paga nada, não produz nada e ainda atrapalha os demais isso não é castigo e nem será solução - até parece que “direitos humanos” só servem para os que não se comportam como “humanos direitos”. Mesmo isso sendo a lei, o que impede o estado de melhorar essa “estadia”: com trabalho. Talvez com o resultado, multiplicado pelo contingente carcerário, não fosse necessária a volta ou camuflação da CPMF. Estatisticamente falando, “grades” só servem para melhorar o elemento do seguinte modo: se ele for aprendiz de delinqüente, será oficial e se já for experiente, comandará os demais, dentro ou fora da prisão.
Isso vem do BERÇO!
Uma das primeiras coisas erradas nesse planeta vem do berço – grades – imagens que ficam impregnadas no subconsciente como elementos de proteção, mas se antepõe à liberdade do ser até o fim da sua vida. Mesmo considerados inteligentes, os humanos gastam mais com segurança própria e familiar que o governo para equipar um contingente policial, pois para se estar realmente seguro, o pagador de impostos deverá estar protegido por barras e cadeados em sua própria casa (prisão albergue). Em meu planeta, aquele que representa perigo para os demais, vira elemento de estudo. Se o caso for um defeito irreversível no cérebro, automaticamente, especialistas tentarão identifica-lo; se foi causado por acidente, o elemento será um doador de órgãos e, se o caso for de ordem genética, o mesmo será totalmente eliminado. Entretanto, (como acontece aqui, com mais freqüência quando um elemento é detido por engano) nesse caso, o suspeito é congelado no KRIO-21 até que o seu caso seja elucidado. Isso não elimina a sua vida e mantém a criatura num estado de não-envelhecimento. De onde vim não se isolam pessoas com grades.
Aqui, um criminoso comprovado, que mata, rouba, estupra, etc., vai para cadeia, com assistência nutricional, psicológica, judicial e ainda tem direito a encontros conjugais. Fica protegido por uma força armada e conta com o apoio “dos direitos humanos”. Ora, para quem não paga nada, não produz nada e ainda atrapalha os demais isso não é castigo e nem será solução - até parece que “direitos humanos” só servem para os que não se comportam como “humanos direitos”. Mesmo isso sendo a lei, o que impede o estado de melhorar essa “estadia”: com trabalho. Talvez com o resultado, multiplicado pelo contingente carcerário, não fosse necessária a volta ou camuflação da CPMF. Estatisticamente falando, “grades” só servem para melhorar o elemento do seguinte modo: se ele for aprendiz de delinqüente, será oficial e se já for experiente, comandará os demais, dentro ou fora da prisão.
Isso vem do BERÇO!
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